31 janeiro, 2015

Querida menina,... (XVIII)


Sempre teve algo entre nós. Algo inexplicável. Aquele tipo de coisa que ambos sabiam, mas que preferiam não falar sobre.

Chamávamos de irmandade. Trajávamos o amor em tons fraternos. Não temos o mesmo sangue, 'apenas' almas que se completam.

Não é amizade. Por mais que seja. Mas não é. Mas é.

Somos essa confusão. Também somos de uma organização fabulosa. Seríamos melhor representados como um piquenique em meio a uma revolução.

Basta, nesse momento, tu saberes o quanto gosto de ti.

Beijos,
Amo-te

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