Você que sempre pede minhas palavras de amor, por um motivo que nem mesmo eu entendo bem. Como viciada naquilo que posso oferecer ou apenas como boa leitora. Não sei. Esse é um daqueles casos onde a dúvida traz a esperança do desejo ter razão. Então prefiro, pelo menos por enquanto, não saber.
Te dou a minha lealdade, afeto e tudo mais que for possível lhe ofertar. Sou esse bobo da corte, desde que na corte haja você. Sou eu sendo de ti. Sempre. Pra sempre. Se assim quiser.
Ok, talvez eu não precise mesmo saber.
Ok, eu preciso saber.
Ok, eu preciso saber se for o que eu espero.
Ok, eu preciso saber o que eu espero.
Ok, eu espero.

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