Depois da geração Coca-Cola e seu estilo americanizado de consumo, nós viemos com a geração Apple, recheados de aplicativos multifuncionais. Cheios, transbordantes de inutilidades. Viciados na velocidade de informação e comunicação. Sem o mínimo foco. Rasos como uma postagem no Facebook e tão perecíveis quanto a mesma.
Outra característica dessa nossa geração é o clamor pelo politicamente correto. O engajamento por causas 'nobres', que na verdade nem sabemos o porque são nobres, muito menos se realmente merecem tamanha importância. É o fato desmembrado do contexto. É a fácil viralização de uma notícia falsa.
O vídeo do presidenciável flatulento. O corte do lateral-direito por brincadeira maliciosa. As frases altamente preconceituosas recortadas do que na verdade era uma piada.
Compartilhar, curtir, enviar fotos e sons. Tudo supérfluo. Rápido. Assunto do momento no Twitter... deu, já passou, agora é outro. Não conseguimos deslanchar. Temos que frear! Descartamos pessoas e assuntos na mesma (ou maior) estupidez que a geração Coca-Cola descartava objetos.
Ok, vou me despedir. Esse texto já durou demais para nossa capacidade.

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